Aeroporto de mosquito

Existem mulheres que podem ser muito cruéis. Minha amada-amante é uma delas.

Estávamos almoçando em casa, tranqüilamente, ouvindo música e conversando. De repente, uma mosca pousou em minha careca.

A sra. Luci Neide não perdeu a oportunidade e logo tascou:

- O que esta mosca está pensando da vida! Será que ela acha sua careca um aeroporto público de mosquito, que qualquer um vai pousando assim sem permissão!

E caiu na gargalhada...

Aquilo me magoou profundamente... Ela me chamou de careca... Minha mão está trêmula de tanta desilusão da vida ao narrar esta história...

A foto mostra uma reconstituição do caso. A tristeza me é atroz... Oh vida, viu!!
Blog do Zemarcos em Valparaíso

Tive uma bela surpresa recentemente. Meu amigo Guilherme Arantes, futuro prefeito de Valparaíso, fez uma homenagem a este jornalista da segunda idade e indicou nosso blog em seu jornal, o tradicional O Valparaíso.

Veja a reprodução do jornal ao lado. Estou muito feliz e orgulhoso, amigão. Obrigado pela hora de participar da páginas de um órgão de imprensa tão tradicional em sua cidade.
Nunca chegue atrasado

Recebi este texto de minha amiga paranaense Pauline Machado, mais conhecida como Srta. Lin. O engraçado é que quando ela visitou o blog pela primeira vez, não gostou justamente por causa destas piadas enviadas por amigos que publico aqui.

"Quem diria, eu mandando esse tipo de e-mails e logo para você!!! Rsrsrs", enviou ela, no e-mail com o texto abaixo.

A esta amiga que tanto admiro e que em breve estará conhecendo a Terra do Boi Verde (mistura de boi gordo com cana), respondo com o título de uma música do Cazuza: "O mundo é um moinho..." rs rs rs

Obrigado pela ajuda, Lin. Seja bem-vinda ao grupo de colaboradores deste blog besteirento!! rs rs



Certo padre recebia um jantar de despedida pelos 30 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia. Um político da região e membro da comunidade foi convidado para entregar o presente e proferir um pequeno discurso. O político se atrasou...

O sacerdote, então, decidiu proferir umas palavras:

- "A primeira impressão que tive da paróquia foi com a primeira confissão que ouvi... Pensei que o bispo tinha me enviado a um lugar terrível, pois a primeira pessoa que se confessou me disse que tinha roubado um aparelho de TV, que tinha roubado dinheiro dos seus pais, também tinha roubado a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Também em outras ocasiões se dedicava ao tráfico e à venda de drogas e para concluir, confessou que tinha transmitido uma doença à própria irmã", discursou.

- "Fiquei assustadíssimo... Mas com o passar do tempo, entretanto, conheci mais gente que em nada se parecia com aquele homem... Inclusive vivi a realidade de uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé e desta maneira tenho vivido os 30 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio”.

Justo neste momento chega o político, e foi lhe dado a palavra para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre.

Ele pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso dizendo:

- "Nunca vou esquecer o dia em que o padre chegou à nossa paróquia... Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar com ele..."

Moral da história: nunca chegue atrasado!
O cruzeiro da Lívia pelo Baguaçu

Minha amiga Lívia Eid participou recentemente de um cruzeiro pelas águas do ribeirão Baguaçu. Tirando o cheiro de esgoto, ela me contou que adorou ver aquelas tartarugas nadando e outras coisas que flutuando...

Lívia, estagiária da TV Net Cidade e futura jornalista, adora aventuras. Então, juntou a família para esta "viagem". E que viagem...

Parte das fotos do cruzeiro baguaçuense está em seu Orkut. Mas separei esta aí, em que ela dá uma de Kate Winslet (Titanic - 1997) e grita: "Jack, estou voando"... rs rs
Sem comentários...



PS: Brincadeira enviada por meu amigo Ventura Picasso. E eu, totalmente sem noção, ainda posto aqui. Tomara que minha amada-amante não acesse o blog e veja isto, senão vai ter surra com pau-de-macarrão hoje...
Walk This Way (Run DMC & Aerosmith)

Esta música é antiga, mas continuo adorando. É uma mistura do rock do Aerosmith com o rap do Run DMC. Aliás, reza a lenda que a gravação desta música ajudou os roqueiros liderados por Steven Tyler (paizão da linda atriz Liv Tyler - as bocas não enganam) a voltarem às paradas de sucesso naquela época.

Valorize as mulheres que fazem parte da sua vida...

O texto abaixo, colhido na internet e enviado por minha amiga Gi Ábrego, é uma homenagem às mulheres, sem demagogia alguma. A grande maioria tem jornada dupla: trabalha o dia todo e ainda precisa cuidar de sua casa. É claro que muitos homens fazem isso também, mas são poucos.

Valorizo demais minha amada-amante Luci Neide por sua força e garra. Durante uma parte de nossas vidas, antes da chegada do Michael, ela trabalhava fora e ainda cuidava da casa. Hoje, dividimos os afazeres. Ela administra nossas coisas e eu trabalho fora. O administrar é em todos os sentidos mesmo, inclusive financeiro. Confesso que não tenho a capacidade que ela tem...

Então, em homenagem a esta mulher tão importante em minha vida - e em homenagem à Gi Ábrego, outra grande mulher que cuida muito bem do maridão Dani e que admiro muito -, posto o texto abaixo.


O marido chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas. Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.

A porta do carro da sua esposa estava aberta. A porta da frente da casa também. O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo.

Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça. A lâmpada da sala estava queimada, o tapete enrolado e encostado na parede. Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.

Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão e um montinho de areia perto da porta.

Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja. "Será que a minha mulher passou mal?", pensou. "Será que alguma coisa grave aconteceu?"

Ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro. Lá havia mais brinquedos espalhados, toalhas molhadas, papel higiênico na pia. A pasta de dentes sem tampa e a banheira havia transbordado.

Finalmente, ele encontrou sua mulher, ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista. Ela olhou para ele, sorriu, e perguntou:

- Como foi seu dia?

Ele olhou para ela, completamente confuso, e perguntou:

- Que diabos aconteceu aqui em casa? Por que toda esta bagunça?

Ela sorriu e disse:

- Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta: "Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?". Bem, hoje eu não fiz nada, fofo...
Dia do Jornalismo: mais uma raridade

Hoje não é Dia do Jornalismo, mas o vídeo abaixo é outra raridade de meu baú virtual. Tenho várias gravações com reportagens de emissoras da região sobre jornalistas.

Esta foi feita pelo Marcos Paiva no tempo em que estava na TVI/SBT, acredito que em 2001 ou 2002. Foi ao ar no TJ Interior - não sei a data -, apresentado pelo Carlos Teixeira, justamente no Dia do Jornalismo.

O vídeo mostra inicialmente os bastidores da própria TVI. Depois, na redação antiga da Folha da Região (há destaque para o projeto antigo do jornal, no estilo "O Globo"), apareço ao lado do Manoel Martins dos Santos. A reportagem também mostra o primeiro visual do portal, lançado em 2000.

A primeira entrevista é com a Anaí Nabuco, ex-editora-chefe da Folha. Eu e a Eloisa Morales aparecemos atrás, como papagaios-de-pirata, batendo altos papos... rs

Outro entrevistado é o Nelsinho Ricardo, que fala sobre a extinta Agência Interior, um portal que valorizou muito os jornalistas de Araçatuba e região, mas infelizmente durou menos de um ano no ar.

O Marquinhos Paiva faz sua passagem nas impressoras da Folha. Depois, encerra a reportagem entrevistando um jornalista muito antigo, o professor José Alves, da extinta "A Comarca".

Pra mim é tudo...

Estava na rodoviária neste domingo de Páscoa, aguardando o ônibus da minha irmã chegar. A gente descia a escada quando a minha amada-amante decidiu ir comprar um chiclete. E saiu no meio da multidão que se acotovelava naquele corredor.

Quando olho para o lado, cadê o Michael? Logo imaginei que havia seguido a mãe. Mas me bateu um desespero. Deixei minha irmã sozinha com sua mala e comecei a procurá-lo. Andava, andava e nada...

Até que o encontrei ao lado da mãe, em uma das lanchonetes. Peguei-o pelo braço e briguei com ele. Fui levando-o de volta para onde estava minha irmã, dando aquele sermão.

Já havia conversado com ele sobre como agir em meio à multidão, para nunca dar mole para seqüestro e coisas desse tipo. Mas criança é assim mesmo, foi atrás da mãe e nem se tocou que o pai babão ficaria ali, pensando em milhões de coisas que poderiam acontecer com ele.

Quando o Michael era bem pequeno, aconteceu algo assim... Estava na minha mãe e atravessei a rua para ir até meu carro. Ele correu atrás de mim, sem olhar para a rua, como aquelas crianças que ficam cegas atrás de uma bola.

Como acontece em toda tragédia anunciada, um carro vinha vindo. A sorte é que estava devagar, mas mesmo assim freou bruscamente. Talvez um anjo tenha segurado... Eu acredito em anjos...

Meu coração quase saiu pela boca. Minha reação nesta hora é explodir num surto de raiva. Sempre foi assim desde que ele era pequeno e simplesmente caía. Eu ficava nervoso demais, brigava antes de perguntar se estava bem.

Naquele dia do quase acidente, lembro-me que quando estávamos em casa explodi outra vez, mas em um choro descontrolado, simplesmente pensando no fato de perder meu filho.

Neste domingo de Páscoa, tudo isso me passou pela cabeça outra vez. Ele ficou chateado comigo, porque passei a tratá-lo como criancinha, azucrinando, dizendo que teria de segurar sempre em sua mão agora porque senão o bebê iria se perder. É minha forma idiota de fazer ele não se esquecer: deixá-lo nervoso para que não cometa mais o mesmo deslize. Idiotice mesmo, mas todo pai que ama demais seus filhos deve ser assim, eu acho...

Horas depois, entrei em seu quarto e perguntei se ainda estava chateado comigo. Ele disse que não mais, com aquela carinha que eu adoro e ainda deitado na cama, jogando seu videogame... Expliquei - ou pelo menos tentei - o motivo de eu agir assim. Para ele, aquilo que fez não foi nada. Mas para mim, tê-lo ao meu lado é tudo. Recebi um abraço tão apertado...
O Obama mora em Andradina

Acho que vou montar um blog só para contar os sonhos doidos que tenho. O desta noite foi tão estranho quanto levar o papa às Casas Bahia, como aconteceu recentemente.

O legal foi que meu pai estava comigo. De vez em quando, ele me faz uma visita.

Descobri que o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, alguém que admiro e apoio, mora em Andradina. E seria parente da minha amiga Aline Galcino (tá importante, hein, Aline!).

Então, lá fomos eu e meu pai tentar achar a casa. Se não me engano, meu sobrinho Maurício estava com a gente. Durante o caminho, encontramos uma mansão linda, com telhados ao estilo daquelas mesquitas muçulmanas. Uma pessoa saiu lá de dentro para dizer que era uma loja ou coisa assim... Era muito linda mesmo, com aquelas cúpulas no telhado.

Continuamos a procurar. Então, encontrei a mãe da Lusmaia, uma grande amiga minha de Andradina. Conversamos um pouco e continuamos a "viagem".

De repente, estávamos caminhando ao lado do próprio Obama. Não sei a altura dele, mas no sonho era um cara grandão, com mais de 1,90m. Perguntei se sabia falar bem o português, enquanto eu degustava um pedaço de massa de pastel frita. Ele respondeu que sim. Meu pai também conversava com ele. Não me lembro de mais detalhes.

O Obama estava vestido com roupa social e uma gravata. Era muito gentil e caminhávamos rapidamente, não sei o motivo. Deixamos o senador norte-americano na porta de casa, bem ao estilo do seu país, sem muro ou portão na frente.

Acordei. Levantei para tomar água. Passava das 4h30. Lembrei naquele momento que deveria contar essa nova história estranha no blog. E garanto que não estou fumando maconha, viu, Nelsinho Júnior... rs rs

Quando acordei, pela manhã, fui escrever esta história. Domingo de Páscoa. Acabei de esconder o ovo para o Michael achar. Tradição que não muda, né...

Estou me preparando para ir almoçar na casa da minha mãe. E muito feliz porque meu pai estava no sonho. Ele faz muita falta na minha vida. Por isso, veio me dar um oi, e ainda trouxe um dos políticos que mais admiro na atualidade.

Feliz Páscoa pra você que conseguiu ler este texto até aqui! Vou comer meus chocolates feitos por minha amada-amante Luci Neide e celebrar ao lado da família uma data tão bonita, a ressurreição de Cristo. Que Deus abençoe sempre a todos nós.
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José Marcos Taveira, autor deste blog, é jornalista e professor universitário em Araçatuba/SP.



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