TRIBUTO A MANOEL - PARTE 2

Meu pai foi muito importante em minha vida. Sempre dizia que tinha orgulho de mim, me respeitava demais, como se eu fosse o pai. E isso me deixava feliz.

Minha mãe, quando discutia com ele, o ameaçava, prometendo contar pra mim alguma coisa errada que ele tenha feito. Eu achava aquilo engraçado.

Sempre conversei com ele com muito respeito, sempre pedia sua bênção, sempre sentava ao lado dele na área para discutir alguma coisa, pois era sempre lá que ele ficava, sozinho muitas vezes, refletindo, dando umas pescadas...

Lembro-me de um dia que o deixou muito feliz. Quando me formei técnico em Contabilidade, ele me viu discursar, como orador da turma. Quando entreguei o canudo em suas mãos, não se continha de felicidade. Já em minha formatura na faculdade não pôde ir, pois a fragilidade o impedia de andar muito ou ficar muito tempo fora de casa.

Em sua homenagem, montei um vídeo com fotos. Mostra imagens antigas, outras mais recentes. Mostra seus filhos juntos, ele e o Michael... Adoro uma foto em que ele está me segurando no colo, no jardim de sua casa, como um crianção.

Usei de fundo a música "Pai", do Fábio Jr., e concluí que além de linda, feita para o pai dele com muito sentimento, narra um relacionamento maravilhoso, como foi o meu com o seu Manoel. Só quem perde um pai consegue entender a letra em sua plenitude.



Pai
Composição: Fábio Jr.

Pai, pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos, pai e filho talvez

Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....

Pai, pode crer, eu tô bem eu vou indo, tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...

Pai, eu não faço questão de ser tudo, só não quero e não vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você

Pai, senta aqui que o jantar tá na mesa, fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida, onde a vida só paga pra ver

Pai, me perdoa essa insegurança, é que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo, nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu

Pai, eu cresci e não houve outro jeito, quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa e brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar

Pai, você foi meu herói meu bandido, hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho, você faz parte desse caminho , que hoje eu sigo em paz !!!!!
AGRADECIMENTO AOS AMIGOS

Está sendo muito difícil para mim e minha família a perda de meu pai, Manoel Luís Taveira. Ficamos aliviados por ter descansado, mas ele faz muita falta. Como é bom ter amigos. Fiquei muito satisfeito em receber tanta gente no velório do meu pai, apesar de tanta chuva.

• Agradeço aos meus amigos-irmãos Junio e Bell, que logo cedo foram ao velório para nos abraçar;

• ao Alexandre Souza, que pegou um ônibus e foi até o local porque não tinha como enfrentar a chuva de moto, fazendo companhia por um bom tempo à minha família;

• ao professor Sérgio Alves Pinto, a quem admiro muito; ele passou por lá quando eu não estava, mas deixou suas condolências à minha família, sempre muito gentil;

• aos compadres Barros e Selma, que nunca nos abandonam, como grandes amigos. O compadre Barros chorou, pois gostava de conversar com meu pai sobre política e outros temas. A emoção ao vê-lo em um caixão o fez relembrar seu pai e ele não agüentou;

• aos amigos Nelson Jr. e Diogo Rocha, dois grandes irmãos, sempre presentes em minha vida;

• às amigas Eloísa Morales, Ágatha Urzedo e Maira Cibele, que foram juntas me abraçar;

• aos amigos João de Paula, Jean Oliveira, Fernanda Mariano e Marcelo Espinoza, que deixaram o trabalho para me levar suas condolências;

• aos amigos André Sanches (e Eliegi, por telefone), Maria Antônia, Wesley Alcântara, Carlos Alberto Tilim e Deroci, que também enfrentaram a chuva para me dar força;

• ao amigo Réggis Antônio, que durante a internação do meu pai sempre me deu apoio, com palavras de conforto;

• ao amigo Marco Senche, que representou a família e teve paciência com as histórias de minha mãe, Wilman, que é sempre muito carismática e foi forte nesta hora;

• ao amigo Arnon Gomes, que até pegou um táxi para conseguir chegar antes do sepultamento do meu pai e me dar um abraço;

• à amiga Roselana Tolentino, que está sempre próxima quando preciso, desde quando iniciei minha carreira de jornalista, no rádio, e ligou para me confortar;

• ao prefeito Jorge Maluly Netto, que ligou dizendo gostar muito de mim e lembrou de seu pai, já falecido, de quem sente saudade a toda hora;

• ao amigo Evandro, que levou um abração da Suzy, que não pôde comparecer;

• à amiga Cássia, que levou um abração do Brega, que estava trabalhando e não pôde ir;

• ao amigo Wilson Marini, que me ligou do Paraná, onde está trabalhando agora, para me dar os pêsames e oferecer qualquer ajuda;

• aos amigos Marcos e Milene Gratão, Luísa Módena, Roberto Alexandre de Souza, Rodrigo Pereira, Francisco Trajano, João Rodrigues, Marta Neves Pereira, Bernadete Prazias, Maria Cristina, Irani e Flávio, que também estiveram no velório e me disseram palavras de carinho;

• aos amigos Luís Henrique, Angélica Martins, Fernando Lemos, Thiago Hargreaves, Donizete (Andradina), Salete Marini, Emmanuela Zambon, Paula Saab, Juliano Silva (Andradina) e Graziela Nunes, que não puderam comparecer, mas ligaram, teclaram comigo no MSN ou enviaram e-mail dando aquele apoio;

Espero não ter esquecido de ninguém. A todos, muito obrigado, de coração, pela lembrança e pelo apoio nesta hora difícil.
TRIBUTO A MANOEL

José Marcos Taveira

Manoel nasceu na década de 20 em pleno sertão pernambucano. Filho de seu Ismael, herdou o jeito forte e perfeccionista. A mãe, d. Cirila, era descendente de índios e uma avó que fazia todos os gostos dos netos. Deixava de comer para alimentá-los.

Manoel tinha 12 irmãos e era o segundo mais velho. O avô, João Luís, era português, natural do Porto. Veio para o Brasil em busca de melhores negócios e ficou.

Durante a época em que viveu na fazenda do pai, nunca se esqueceu de uma visita inusitada. O cangaceiro Lampião, acompanhado de seus jagunços e usando seu chapéu estrelado de vaqueiro, conversou com seu Ismael, pedindo ajuda para seguir a viagem. Isso era comum naquela época. Manoel era pequeno, mas nunca tirou aquela cena da cabeça.

Na escola, era destaque. Tanto que o professor o colocava em seu lugar para cuidar da sala e continuar aplicando a lição quando tinha que seu ausentar temporariamente. Sempre contou essa história com muito orgulho, mesmo tendo cursado apenas o ensino básico.

Ainda jovem, decidiu tentar a vida no Estado de São Paulo. Foi caminhoneiro e viajou por várias partes do Brasil. Se casou com d. Wilman e montou um bar chamado "Bola Sete" em Andradina, lá pelos idos dos anos 50. O estabelecimento ficava na rua Paes Leme, o centro comercial da cidade, na esquina com a linha férrea, onde hoje funciona uma loja de guarda-chuvas, malas e outros acessórios.

Em São Paulo, trabalhou como metalúrgico, onde conheceu um sindicalista chamado Lula, que virou presidente da República. Sempre contava a história da conversa entre os dois por causa de uma greve.

Manoel teve quatro filhos: Maria Helena, Maria Lúcia, Manoel Luiz e José Marcos, este último quando a esposa já estava com 40 anos de idade. O caçula adorava desenhar, escrevia histórias em quadrinhos completas. Quando o pai chegava à noite, mesmo cansado, sentava-se com ele na área dos fundos e ouvia atentamente as aventuras dos personagens do menino, o único dos irmãos a precisar usar óculos cedo, talvez por tanto escrever e desenhar.

Manoel não gostava de novela, assistir televisão ou mesmo ir a festas. Não bebia nem refrigerante, apenas um copinho de pinga antes das refeições. Em casa, ficava quieto em seu canto, sentado na área. Ou então passava o dia arrumando alguma coisa. De tudo entendia um pouco, inclusive de eletrônica.

Manoel e Wilman moraram na capital durante 30 anos, onde ele foi taxista e dono de uma borracharia na avenida Cangaíba. Quando se aposentou, decidiram voltar para Andradina com a filha mais velha, que já estava casada, mãe de Maurício e Rosângela, e com o caçula, já com 14 anos. O filho Manoel ficou. Maria Lúcia já morava fora, com o marido e a filha Rosana.

A neta Rosângela era seu xodó. Estava sempre com ela, brincando, conversando, fazendo seus gostos.

Manoel e Wilman moraram alguns anos em Andradina. Mudaram-se no fim da década de 80 para Araçatuba. O filho caçula permaneceu em Andradina com a irmã até concluir o colegial. Foi lá que José Marcos se casou com Luci Neide. Ambos foram morar nos fundos da casa de Manoel, em Araçatuba, até o filho, Michael, nascer e alugarem uma casa.

Manoel adorava ler jornal e assistir ao Jornal Nacional. Adorava também discutir política, sempre com opiniões radicais. Ia dormir e acordava muito cedo. Um dos passatempos era ir à Praça das Paineiras, onde sentava-se com amigos para conversar e passar o tempo. E sempre usando seu chapéu, costume que voltou a ter depois da aposentadoria.

Problemas no coração fizeram com que reduzisse esses passeios à praça e até mesmo à casa do filho José Marcos, para paparicar o neto Michael, outro xodó de sua vida. Com seus 84 anos, hipertenso e tomando medicamentos para o coração, já não tinha mais força nem vontade de caminhar para longe ou até mesmo visitar alguém. Essa limitação deixava revoltado um homem que sempre foi forte, dinâmico, acostumado a trabalhar, nem que seja consertando alguma coisa em casa.

Os problemas cardíacos fizeram seu coração ficar grande, prejudicar seu pulmão, dificultando sua respiração. Mesmo assim, não largava o cigarro. Ele se entregou, dizia que queria morrer porque já não era mais nada. E fumava.

No último dia 1º, foi internado na UTI Coronariana da Santa Casa, sedado e respirando através de aparelhos. No dia 4, às 23h13, Manoel deixou de sofrer e foi para perto de Deus.

Em sua carteira, além dos documentos e de uma medalha de Nossa Senhora, apenas duas imagens. Uma delas era do neto Michael, a quem adorava e paparicava sempre. A outra, um recorte de jornal do mesmo neto, que foi personagem de uma reportagem sobre videogames.

Manoel Luís Taveira foi velado e sepultado com muita chuva. Deixou uma bela família e muita saudade.

Este texto é uma homenagem a este homem muito honesto e trabalhador. E foi escrito pelo filho caçula, de quem se dizia muito orgulhoso por ter se transformado em jornalista. Na verdade, o orgulho é meu, pai, de ser seu filho.
ORAÇÕES PARA MEU PAI


Como este blog é um diário pessoal público, não poderia deixar de agradecer aos amigos pelo apoio que venho recebendo devido ao estado de saúde de meu pai, Manoel, de 84 anos. Ele tem problemas no coração e está internado na UTI coronária da Santa Casa desde a manhã do dia 1º, em estado grave. Respira através de aparelhos e está sedado.

A situação para todos nós, da família, é muito difícil. Geralmente, uso este blog para divertir os amigos, mas acho que escrevendo aqui um pouco sobre o seu Manoel ajuda a compartilhar a dor.

Peço a você que está lendo apenas uma oração. Me ajude a pedir a Deus que meu pai consiga se recuperar. Seu Manoel sempre foi um homem muito forte, dinâmico, trabalhador, muito honesto. É difícil vê-lo em uma cama de hospital...
UMA ENTREVISTA MUITO INTELIGENTE


Como não resisto em publicar fotos estranhas de todo mundo, nem eu escapei de mim mesmo. Acima, estou degustando um dos espetinhos de frutas feitos durante a ceia de ano-novo.

Aliás, meu amigo André Sanches, que compareceu à festa com sua esposa Eliege, está iniciando sua carreira como jornalista. Neste ano, ele começa a faculdade de Comunicação Social no Unitoledo. Olha ele aí na foto abaixo dando um beijão na esposa Eliege!.


E para treinar, Andrezinho fez uma entrevista muito interessante comigo. Foram perguntas inteligentíssimas. Tentei responder da melhor maneira possível.

Durante a entrevista, o telefone tocou. Quando fui atender, o Andrezinho continuou gravando e flagrou uma conversa interessante. Era engano. Mesmo assim, continuei conversando com a moça e avisando a ela que nosso papo estaria aqui no blog. O nome dela é Flávia. A ela e a você que está lendo, um feliz ano novo.

Veja, abaixo, o vídeo da entrevista cabeça que André Sanches, o futuro jornalista, fez comigo:


A FESTA DA VIRADA


A festa da virada que fizemos em casa foi muito divertida e cheia de pessoas que amamos e admiramos - olha que foto legal acima, com todo mundo junto. Muita comida - veja a foto da mesa abaixo, com o Andrezinho ao lado - música, um papo legal e crianças. Tudo que uma família precisa.


Para não perder o costume, entrevistei o pessoal, filmei e fotografei. Veja, abaixo, vídeo da festa, inclusive o momento da virada, cuja gravação, pela falta de luz, ficou parecendo uma continuação do filme Bruxa de Blair. Destaque para a dupla sertaneja Maurício e João, com participação especial de João Vítor, o Pentelho.



Veja abaixo vídeo feito com as fotos da festa:


DE GOOGLE A VISTA

José Marcos Taveira

O ano da Google, mais uma vez. Assim, é possível analisar o que foi 2006 para a maior empresa de buscas na internet, cujos tentáculos só fazem crescer. Cada vez mais, está presente em nosso computador, como já faz a Microsoft.

Não é para menos. Além de dominar com folga o sistema de buscas por palavra-chave na rede mundial de computadores, criou, entre muitos e muitos serviços, um megagerenciador de e-mail, o Gmail, e até um mensageiro instantâneo para concorrer com o MSN, o Google Talk, que ainda engatinha.

Neste ano, a empresa norte-americana comprou o You Tube, maior compartilhador de vídeos digitais da rede. E ainda mantém o Orkut, maior site de relacionamentos do mundo digital.

É pouco? A Google é expert em parcerias. Então, oferece um pacote de softwares aos seus usuários, chamado Google Pack, que trás programas como o Firefox, principal concorrente do Internet Explorer, o Picasa, organizador de fotografias ultramoderno, e até mesmo o Skype, outra novidade que fez muito sucesso em 2006, possibilitando ligações telefônicas pela internet. E tudo isso de graça.

Em 2007, a previsão é apenas uma: Google cada vez mais presente, cada vez mais necessária, cada vez mais poderosa. Por falar em previsão, a gigante Microsoft espera revolucionar o mercado no início do ano com o lançamento de seu novo sistema operacional, o Windows Vista. O programa, que gerencia tudo o que é feito na máquina, promete superar o atual Windows XP, com mais confiabilidade, estabilidade e segurança.

Para isso, lançou recentemente a versão 7 do seu navegador, o IE (Internet Explorer), já com o visual do novo sistema e menos bugs - será?. Tanta funcionalidade em um sistema operacional vai ter um custo para o usuário: a máquina deverá ter muita memória se quiser um rendimento satisfatório.

E foi pensando justamente no rendimento dos novos computadores que os processadores duplos (duo core) começaram a fazer sucesso em 2006 e passarão a ser uma unanimidade nas máquinas neste ano que começa, com certeza. Com eles, também ganham força os monitores de LCD, que ainda são caros. O preço dos antecessores já baixou muito por causa disso, e vai cair anda mais até chegar à extinção.

E os tocadores de MP3, com rádio, que também são pen drives? Foram outra febre de 2006. Estão menores em tamanho, mais baratos e com maior capacidade para guardar arquivos e músicas. Basta "espetar" na entrada USB do computador e copiar o que quiser.

A popularidade do equipamento é tão grande que já foram lançados toca-MP3 de carro com entradas USB e para cartões de memória. Se você achava muito 700Mb de espaço nos CDs para gravar músicas em MP3 e ouvir dirigindo, imagine então cartões de memória com capacidade de 1Gb, 2Gb? É o fim dos porta-CDs, cheios de discos. Basta levar o pequeno cartão no bolso.

Em 2007, vamos torcer para que os brasileiros possam receber um tratamento melhor no mundo digital, até mesmo do You Tube, já que são os maiores usuários do mundo e o serviço continua em inglês, sem oferecer nada em português.

Que o Brasil consiga acessar mais a internet, com preços menores para banda larga. Que neste novo ano, os governos se convençam que a educação é tudo e as escolas consigam oferecer mais aulas de informática, reduzindo a exclusão digital em nosso País.

E vamos torcer para que os barões da informática no mundo decidam logo qual padrão adotar para os novos DVDs de alta definição. A disputa está entre o Blue-Ray e o HD-DVD, que podem armazenar até 50Gb de informação em camada dupla. Os atuais, chegam a pouco mais de 9Gb. Imagine a qualidade dos futuros filmes e videogames?

Em 2007, minha vida digital tem um objetivo: um computador com no mínimo 1Gb de memória - 2Gb seria o ideal -, com o sistema operacional Windows Vista e gravadores de DVD - no mínimo dois e quem sabe um do padrão Blue-Ray. Processador Pentium IV duplo acima de 3GHz, placa de vídeo de 512Mb e HD (Disco rígido) de no mínimo 250Gb, daqueles de última geração (Serial Sata).

E mais: monitor LCD de 17 polegadas e internet em banda larga de 1Mb. Para completar: teclado e mouse sem fio.

Achou muito? Volte a ler este artigo no final de 2007. Com a rapidez da tecnologia, você vai ver como já estarei desatualizado.
AS AVENTURAS DO PESCADOR MICHAEL


Meu filho Michael se aventurou no último sábado em um pesque-pague de Araçatuba. Eu e ele acompanhamos meu sobrinho Maurício e o filhão João, lá perto do bairro Hilda Mandarino.

E não é que o Michael tava com sorte! Era colocar a isca na água que pescava um peixe. Ele tinha que soltar na seqüência, e isso é que foi engraçado.

Ele tem 10 anos e o João, 8. Um tentava ensinar o outro a tirar o bichinho do anzol, mas ninguém esperava que ele se mexesse. Era cada susto! rs rs rs...

A aventura foi interessante. Registrei o momento bucólico com meu celular, fazendo fotos e vídeos. Acima, o momento em que meus pescadores profissionais se debatiam para tirar o peixinho do anzol.

Abaixo, uma cena legal: uma linda galinha. Suas penas eram tão grandes que ela parecia estufada. Eu tentava fotografá-la, mas ela ficava meio esperta e fugia. Quando virei as costas, ela tava me olhando, esperando o clique. Então, cliquei.



Veja vídeo curtinho sobre nossa aventura. São algumas imagens feitas com celular:

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José Marcos Taveira, autor deste blog, é jornalista e professor universitário em Araçatuba/SP.



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