35 ANOS DE VIDA DA MINHA VIDA

Luci Neide, minha vida, amiga, amante, fez 35 anos no dia 25 de outubro. Fui o primeiro a dar os parabéns. Estávamos sozinhos na sala, nas primeiras horas da madrugada, assistindo à gravação da série "Reunião", que passa no SBT.

É muito bom a gente viver ao lado de quem ama. Sou recebido por ela todas as noites, quando chego do trabalho, com um beijo e um sorriso. A Lu é o amor da minha vida. Sou cada vez mais apaixonado por ela, e olha que estamos juntos há uns 20 anos.

Vivemos como um casal de namorados. Estamos sempre conversando, nos abraçando, nos beijando. É algo que desejo a você que está lendo este blog.

Neste sábado, dia 28 de outubro, vamos fazer um churrasco para comemorar o aniversário dela. Será aqui em casa, às 20h. Se não te convidei, amigo leitor, considere-se convidado. Vou fotografar e meu amigo Junio vai filmar tudo. Depois, coloco aqui. Aguarde e confie.
FESTA DA LAURINHA, FILHA DO JUNIO

No sábado, dia 15 de outubro, eu e minha família estivemos no aniversário de 8 anos da Laurinha, filha dos nossos grandes amigos Junio e Bel. Veja, acima, que careta legal a do Junio logo depois de receber o primeiro pedaço de bolo da filha caçula... rs rs rs. Festa muito legal, com a presença de casais amigos, boa comida e bebida.

Veja as fotos da festa. Veja o vídeo:

ANIVERSÁRIO DO MICHAEL - 10 ANOS


Michael Crepaldi Taveira, meu filho, completou 10 anos no dia 2 de outubro. Eu e minha esposa, Luci Neide, fizemos uma festa pra ele, com a participação de muitos amigos.

Antes do 'Parabéns pra você', os convidados assistiram a um vídeo, com cenas legais dessa primeira década de vida do Michael. Ele não gostou muito do trecho que brincava com ele sobre uns supostos amassos que estaria dando em uma amiguinha.

Na foto, eu com o primeiro pedaço de bolo dado pelo Michael, a Lu e, escondidinha atrás de nós, minha mãe Wilman.

Para ver as fotos de parte dos convidados - alguns não fotografei por esquecimento -, aprecie o vídeo:

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Agora, o vídeo com as cenas desta década de vida do Michael:

SANTORO ESTRÉIA EM LOST

O ator brasileiro Rodrigo Santoro finalmente estreou em Lost (veja imagem capturada ao lado), na terceira temporada, episódio Further Instruction. Ele aparece nos minutos finais, mas garante frases completas e dois closes.

O terceiro episódio volta a aquecer a série, com a volta de Locke (Terry O'Quinn). Veja vídeo abaixo com a participação de Santoro em Lost:

SÓ LEMBRANÇAS *

José Marcos Taveira

A dupla Jane e Herondy (foto ao lado) foi um dos grandes sucessos da década de 70. O casal estourou nas paradas com a música "Não se vá", participando de todos os programas de TV da época. Era um exemplo de amor, pois cantava sempre olhando um para o outro, às vezes de mãos dadas, como se declamasse um poema. Eles gravaram mais de 50 discos e cantam até hoje, como nos velhos tempos, mesmo não vivendo mais juntos.

Recentemente, a dupla participou do programa "Rei Majestade", apresentado às quartas-feiras por Silvio Santos no SBT. Com o slogan "Quem foi rei não perde a majestade", a idéia da atração é trazer de volta os grandes cantores de antigamente para serem votados pelo público. Uma nostalgia total.

Ao participar do programa, Jane e Herondy gravaram uma entrevista durante uma viagem de trem que fizeram, acompanhados pela produção. Reconhecidos pelos outros passageiros, foram incitados a cantar. Acabaram atendendo e, à capela, apresentaram o maior sucesso da dupla em seu tempo áureo.

Enquanto os mais velhos acompanhavam a melodia, uns até cantavam juntos, a câmera focalizou uma garotinha sentada ao lado de uma mulher, que talvez fosse sua mãe. Ela fazia uma carinha de desaprovação, como se não estivesse suportando aquela música velha, que nada tem a ver com a febre Rebelde de hoje, que tanto atrai os jovens.

É o fato que me levou a escrever este artigo. Você, caro leitor, já ouviu alguma vez aquela frase: "No meu tempo havia músicas mais legais"?. Ou: “No meu tempo, isso ou aquilo tinha mais graça, era melhor”?. Quem tem mais de 30 anos pode achar isso, porque sua juventude o marcou.

Daqui a 30 anos, a menininha do trem que fez cara feia ao ouvir astros como Jane e Herondy cantarem, poderá encontrar um grande músico da época atual e ficar feliz, cantar junto também, enquanto sua filha terá a mesma reação dela no passado. E assim sempre será.

Essa história de música melhor em uma determinada época não existe. O que existe são gerações marcadas por canções de um período da vida que mais lhe fizeram feliz.

Sou um nostálgico assumido. Adoro todo tipo de música, mas não resisto às que embalaram a minha infância e juventude. Recentemente, consegui baixar no e-Mule, programa de compartilhamento de arquivos pela internet, várias músicas antigas, como as de Jane e Herondy, Fernando Mendes, Paulo de Paula, Demis Roussos, Bill Haley, Márcio José, Roberto Leal, Nilton César, Amado Batista, César Sampaio, Evaldo Braga, Gilliard... Tantos artistas que foram sucesso no rádio e na TV e hoje estão postergados. Os mais jovens nunca ouviram falar.

Com tantas raridades, resolvi juntar minha irmã mais velha, que tem mais de 50 anos, minha mãe, com seus 75, eu e minha sobrinha, que temos mais de 30. Mostrava a elas as músicas antigas e cantávamos juntos as letras, presas ainda em nossas memórias. Dançamos, brincamos, voltamos ao passado. Minha mãe, a certa altura, não agüentou. Suas lembranças foram mais fortes e ela começou a chorar. A nostalgia faz isso com a gente. Minutos depois, ao ouvir a música "Professor de Violino", de Márcio José, que dublávamos quando pequenos, minha sobrinha também não resistiu. Essa era também a minha música de fossa da adolescência. Quando consegui baixá-la, gravei em um CD e curti com o volume alto, assustando os vizinhos mais jovens, que nunca ouviram "isso".

Há um velho ditado que diz: "Relembrar é viver". Quem disse que as coisas do passado, do tempo em que éramos crianças, não nos perseguem pelo resto da vida? Com a música, é assim.

Para concluir este artigo, reproduzo trecho da letra da música de Fernando Mendes, que foi regravada pela dupla sertaneja Valderi e Mizael. É outra canção que sempre adorei e somente agora, devido às facilidades da internet, consegui encontrar. Acredito que a letra reproduza uma situação que muita gente já passou, mas confessa a poucos.

"Foi numa festa outro dia, que te encontrei a dançar; namoradinha de infância, sonhos da beira do mar;
Você me olhou de repente, fingiu que tinha esquecido, e com um sorriso sem graça, me apresentou ao marido;
E o resto da noite dançou pra valer, se teus olhos me olharam, fingiram não ver;
No meu canto, eu fiquei entre o riso e dor, lembrando do primeiro amor."


* "Só lembranças" é o título da música do cantor paraibano Bartô Galeno, gravado em 1978.

Texto publicado na Folha da Região de Araçatuba em outubro de 2006.
CURVE-SE PERANTE ZOD

José Marcos Taveira

A série norte-americana Smallville iniciou sua sexta temporada abusando dos efeitos especiais e explorando um dos grandes mistérios das histórias do Superman: a Zona Fantasma. Para isso, foi preciso que o filho de Jor-El, o criador da terra onde são enviados bandidos kryptonianos, fosse aprisionado lá pelo seu pior inimigo, o famigerado General Zod.

A quinta temporada da série, que conta a história do Superman na adolescência, estrelada por Tom Welling, está sendo exibida atualmente na TV aberta do Brasil pelo SBT, sempre aos domingos, ao meio-dia - até Silvio Santos decidir mudar a grade da programação outra vez. No último domingo, dia 1º, foi ao ar um dos melhores episódios dessa temporada. Nele, Lex Luthor (Michael Rosenbaum) é baleado e fica em coma. Com a ajuda do espírito de sua mãe, ele vai para o futuro e vê o que aconteceria se desistisse da fortuna de sua família e se transformasse em um bom garoto.

Lex se casaria com a paixão secreta de sua vida, Lana Lang (Kristin Kreuk), teria um filho com ela e a perderia ao dar à luz ao segundo, abandonado à própria sorte pelo pai, Lionel Luthor (John Gloover), que se recusa a bancar o atendimento com um especialista em Metrópolis. Uma represália por ele tê-lo deixado sete anos atrás.

É o mote criado pelos produtores da série para explicar o motivo de o pior inimigo do Superman no futuro ter optado por seu mau ainda jovem. Por amor, ele decide seguir seu destino de vilão ao se recuperar do coma. Prefere ficar sozinho a ver mais uma pessoa que ama morrer sem poder fazer nada.

No final da quinta temporada -- não leia a partir daqui se não quiser perder a surpresa --, o corpo de Lex é tomado pelo General Zod, o pior inimigo de Jor-El, pai biológico de Clark Kent, e um dos responsáveis pela destruição do planeta Krypton. O vilão, que conseguiu fugir da Zona Fantasma, leva o caos a Metrópolis e envia o Superboy para a prisão espacial.

O final da quinta temporada mostra Clark preso naquele mesmo quadro de cristal utilizado no clássico "Superman, o Filme", de 1978, estrelado por Christopher Reeve e que serve de inspiração para a série.

Gostou? Então, imagine o que Clark vai encontrar na Zona Fantasma. Assim, começa o primeiro episódio da sexta temporada, exibido nos Estados Unidos no último dia 28, na Warner. Como toda série que se preze, o mocinho da história consegue voltar à Terra, trava uma luta cheia de efeitos especiais com Zod, mas não consegue derrotá-lo. E agora?

Para saber o que aconteceu, lembre-se do final de Superman 2, no qual Terece Stamp interpreta Zod -- em Smallville, ele é a voz de Jor-El --, leva o Superman para a Fortaleza da Solidão e o obriga a entrar em uma câmara que, acreditava ele, tiraria seus poderes. Quando Superman sai de lá, o cruel general o obriga a se ajoelhar, a segurar sua mão, e jurar fidelidade. Em Smallville, a cena se repete. E a emoção também. O que acontece? Não, desta vez não vou estragar a surpresa. Vale a pena esperar.

Em tempo: a sexta temporada traz mais um personagem de Superman. Trata-se do fotógrafo Jimmy Olsen (Aaron Ashmore), que começa a trabalhar no Planeta Diário ao lado de Chloe (Allison Mack). Os dois têm um affair. Quem deve aparecer também é Oliver Queen (Justin Hartley), o Arqueiro Verde, que vai se envolver com Lois Lane (Erica Durance).

SERVIÇO
Se você quiser assistir à abertura da sexta temporada, que infelizmente não traz mais Jonathan (John Schneider), o pai adotivo de Clark, veja o vídeo abaixo:

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Texto publicado na Folha da Região de Araçatuba em outubro de 2006.
SMALLVILLE ÁGUA-COM-AÇÚCAR

José Marcos Taveira

Se você acha que a quinta temporada de Smallville será melhor que a quarta, que teve um final sensacional, esqueça. Ainda sem data para ser exibida na TV aberta - no SBT -, a nova fase de aventuras de Clark Kent (Tom Welling) está decadente, com roteiros fracos, poucos efeitos especiais e cenas enjoativas, como o lengalenga do romance entre o jovem Super-Homem e Lana Lang (Kristin Kreuk).

Até a participação do maior inimigo do herói nos quadrinhos, Brainiac, é frustrante. Resumindo, basta conversar com fãs para se ter uma conclusão: a quinta temporada deve ser mesmo a última, porque está agonizando.

Para se ter uma idéia, o último episódio que foi ao ar, o 15º, chamado Cyborg, é inspirado em outro super-herói dos quadrinhos, um jovem negro meio homem meio máquina. Os diálogos são tão fracos, a trama é tão água-com-açúcar que chega a dar sono. O único efeito especial decente é um pulo que ele e Clark dão de um prédio para o chão, abrindo um buraco, ao fugir de seus perseguidores. O resto é resto mesmo.

Mas não fique chateado se for um fã incondicional da série e ainda não teve a oportunidade de ver a quinta temporada na Warner brasileira (com legendas) ou na americana - no SBT ainda não há data para estréia. Assista. Há algumas coisas que salvam e o mantém acreditando que vai melhorar.

A morte do pai do Superboy, Jonathan Kent (John Schneider) em "Reckoning", no 12º episódio (o 100º de toda a série) é um dos pontos altos. No mesmo episódio, Lana fica sabendo de seu segredo, é pedida em casamento por ele e até morre. É um dos melhores até agora.

Outra exceção: em "Vengeance", o 13º episódio, Clark conhece uma moça que tem poderes e os usa à noite. De dia, é uma atrapalhada repórter do Planeta Diário. Alguma inspiração para o futuro?

O ponto alto são os minutos finais de "Vengeance", uma cena entre o Superboy e sua mãe, Martha (Annette O'Toole), ao assistirem a um filme antigo de Jonathan e o filho ainda criança, brincando em um trator. "Esse garoto é um homem de aço", diz o pai, no vídeo. A cena é congelada na tela com um "tchau" de Jonathan, enquanto Clark observa em pé, sem dizer nada. Uma lágrima escorre em seu rosto. Filho e mãe se abraçam, emocionados. Clark chora copiosamente no ombro de Martha. Ninguém diz nada e a câmera vai se distanciando, mostrando o rosto de Jonathan na tela da TV, e o episódio termina.

Confesso que voltei a chorar ao descrever a cena neste artigo. Duvido que você não chore ao assisti-la. Além da cena bem dirigida, John Schneider é um ator muito querido entre o elenco. A gravação de sua morte emocionou a todos nos bastidores. O personagem vai reaparecer para o filho, em espírito, no episódio 17º, chamado "Void". E vai contar para ele que Lionel Luthor (John Glover) sabe sobre seus superpoderes.

LADO NEGRO - A quarta temporada terminou emocionante, com uma nova chuva de meteoros, a chegada de uma nave espacial e a junção das três pedras que formaram um cristal. Clark será transportado para o ártico e conhecerá a Fortaleza da Solidão, junto com Chloe (Allison Mack), que também é transportada e acaba conhecendo toda a história do Superboy.

Outro destaque da quinta temporada é a morte de Clark, no terceiro episódio (Hidden). Isso mesmo, ele deixa de ser mortal após perder os poderes e ser baleado. A cena da morte no hospital é excelente. Mas o melhor é quem o salva: Lionel. Não se assuste, porque ele está possuído pelo espírito do pai biológico do super-herói, Jor-El (Terence Stamp). Sua ressurreição tem um preço, pois alguém próximo deve morrer em seu lugar.

A participação de Aquaman, um jovem com poderes de se movimentar na água, no quarto episódio (Aqua), é fraquinha. Mesmo assim, o super-herói dos mares virou série nos Estados Unidos depois disso.

Outro grande destaque da quinta temporada é o nono episódio (Lexmas). Lex Luthor (Michael Rosenbaum) é baleado, entra em coma e recebe a visita do espírito da mãe, que lhe diz que tem uma escolha na vida - uma dica para não se tornar mau. Ele sonha que abandonou sua fortuna e virou um pai de família ao lado de Lana, sua paixão, que já lhe deu um filho e está grávida de outro. O desenrolar da trama faz o futuro inimigo do Super-Homem decidir de vez pelo lado negro da força.
Atualmente, a quinta temporada está sendo repetida nos Estados Unidos. O próximo episódio, o 16º, chamado "Hypnotic", deve ir ao ar no dia 30 deste mês e trás Brainiac de volta - ele não morreu. E até agora Clark não voltou a voar, como aconteceu em Cruzade, o primeiro episódio da quarta temporada e um dos melhores de toda a série.

Uma pesquisa pela internet leva a crer, baseado em entrevistas dos criadores e do elenco, que essa possa ser a última temporada mesmo. O último capítulo (22º) já tem um nome provisório que levanta essa suspeita: "Vessel". Em português, no sentido bíblico, seria "O eleito".

Talvez seja mesmo o fim de uma das séries mais marcantes dos últimos tempos na TV de todo o mundo. Se arriscarem uma sexta temporada, com o nível em que está, vão conseguir estragar uma bela criação.

Texto publicado na Folha da Região de Araçatuba em março de 2006
O PRIMEIRO A GENTE NÃO ESQUECE

Este é o primeiro post deste blog, criado para disponibilizar textos que gostei muito de escrever ou novas mensagens e dicas.

Sou jornalista, trabalho no jornal Folha da Região de Araçatuba, e professor de Jornalismo Online e Novas Tecnologias no Unitoledo (Centro Universitário Toledo).

Espero que goste. Envie sua mensagem. Abração.
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José Marcos Taveira, autor deste blog, é jornalista e professor universitário em Araçatuba/SP.



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